Reunião da CTB analisa conjuntura do país e importância dos atos no 7 de setembro

Na reunião de direção da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), realizada nesta quarta-feira (04/09), via teleconferência, foram discutidos dois principais temas: conjuntura e reforma sindical.
O Brasil passa por um processo de desmonte, fruto da política neoliberal e entreguista da equipe econômica do governo. O foco é na austeridade fiscal e nas privatizações. Os prejuízos já são sentidos em áreas como educação, ciência, infraestrutura, a Seguridade Social e o conjunto da economia naciona.
Do ponto de vista macro,uma das questões salientadas é que que a conjuntura internacional é influenciada e determinada pelos conflitos ente EUA e China, cujo pano de fundo é a disputa da liderança geopolítica global.
Sobre a economia recaem os efeitos negativos da guerra comercial movida pelos EUA contra a China, que não se limitam às duas potências.
A reforma sindical que tem sido analisada pelo governo Bolsonaro também foi pautada. A CTB defende a unicidade sindical e reafirma posição contra a fragmentação e divisão das entidades, que vai enfraquecer a resistência e a luta contra o projeto colocado em prática no país, que leva o povo brasileiro ao retrocesso.
O presidente da CTB Nacional, Adilson Araujo, falou da necessidade de concentrar as energias para as manifestações do Grito dos Excluídos, no dia 7 de setembro.
A reunião contou com a participação de dirigentes da CTB em 16 estados: Ceará, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Goiás, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina, Maranhão e Amazonas.



