ASSUFBA Sindicato tem encontro com Pró-Reitor para tratar de demandas dos HU’s

Nesta segunda-feira (17/03), a coordenação da ASSUFBA, representada por Renato Jorge, Lina Teles, Giancarlo Damiani, Virgínia Valadão, José Carlos e a representante da Seção do Hupes, Mara Regina, reuniu-se com o Pró-Reitor Jeilson Barreto para tratar das escalas de serviço e temas correlatos específicos dos servidores do COM-HUPES.
Logo no início, Jeilson trouxe informes da FORGEP (Fórum dos Dirigentes de Gestão de Pessoas), que tratou, sobretudo, do reajuste salarial dos servidores. O Pró-Reitor explicou que, no melhor cenário, para que o pagamento do reajuste salarial ocorra em 1º de maio, o trabalho das pró-reitorias deve ser concluído até o dia 24 de março. No entanto, caso a PLOA 2025 não seja aprovada até essa data, esse prazo se estenderá para junho.
Ele também explicou os trâmites que os dirigentes de gestão de pessoas terão que seguir para a implementação dos reajustes financeiros inerentes à progressão e à capacitação, que provavelmente sofrerão um atraso maior.
No ponto de pauta do encontro, a coordenação e a Seção apresentaram à PRODEP a divergência na contabilização da carga horária e na elaboração das escalas de serviço dos servidores dos Hospitais Universitários, desde o inicio da gestão da EBSERH. A unificação do modelo de escalas ao padrão da Empresa tem gerado inconsistências na contagem das horas trabalhadas, exigindo ajustes manuais.
Além disso, a exigência de publicação das escalas no GOV.BR levantou preocupações sobre a transparência e os possíveis impactos nos direitos dos servidores. Foi sugerido que as escalas sejam confeccionadas considerando as diferenças entre os sistemas da Universidade e da EBSERH, a fim de evitar prejuízos aos servidores que não pertencem ao regime da Empresa. O documento elaborado pela Seção será entregue ao Pró-Reitor para que sejam analisadas as possibilidades do que foi solicitado.
Ao final, os presentes abordaram ainda a problemática do assédio na UFBA e situações que, infelizmente, ainda fazem parte da realidade da categoria, discutindo alguns acontecimentos e possíveis medidas que poderiam ajudar a reduzir tais casos.
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