A Reforma Administrativa segue representando uma ameaça aos direitos e às conquistas dos(as) servidores(as) públicos(as)

A Reforma Administrativa segue representando uma ameaça aos direitos e às conquistas dos(as) servidores(as) públicos(as). Diante deste cenário, a ASSUFBA Sindicato tem atuado de forma incansável na defesa da categoria e dos serviços públicos, que também são diretamente prejudicados, impactando toda a população.

O mês de julho foi marcado por uma agenda intensa de mobilizações, com paralisações, panfletagens, plenárias e atos nas ruas de Salvador, com o objetivo de alertar e informar a população sobre os retrocessos em discussão na Câmara dos Deputados.

Nos dias 29 e 30 de julho (terça e quarta-feira) tem nova Paralisação Nacional de 48h, com duas pautas importantes: o cumprimento integral do Termo de Acordo de Greve 11/2024 e o enfrentamento à Reforma Administrativa.

Segundo o coordenador do grupo de trabalho responsável por debater a proposta, o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), foram elaborados três anteprojetos entregues ao presidente da Câmara, Hugo Motta. A proposta está dividida em três textos: uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), um Projeto de Lei (PL) e um Projeto de Lei Complementar (PLP). A expectativa é que os textos comecem a ser debatidos no início de agosto, após o recesso parlamentar, mas até o momento, nenhum dos anteprojetos foi protocolado oficialmente.  

O que está sendo debatido no Congresso Nacional está distante da realidade e das necessidades do serviço público brasileiro. Em vez de desmonte, é preciso ampliar os investimentos, especialmente para garantir uma remuneração digna aos(às) servidores(as) e, assim, oferecer um atendimento de qualidade à população.

Não existe universidade pública sem servidores(as)!

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SINDICATO É PRA LUTAR!