Fortalecimento do serviço público exige recomposição de servidores(as) e valorização das carreiras

A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou, em entrevista, que cerca de 21 mil servidores(as) ingressaram no serviço público federal desde 2023. No mesmo período, porém, aproximadamente 17 mil profissionais deixaram a Administração Pública. Ao comentar este cenário, ela reconheceu que “ainda falta gente”.

Este diagnóstico reforça que a recomposição do quadro de servidores(as) representa um investimento estratégico nas políticas públicas, no fortalecimento das instituições e na melhoria dos serviços prestados à população. Áreas essenciais, como saúde, educação, segurança, fiscalização e atendimento ao cidadão, dependem de equipes em número suficiente e devidamente valorizadas para garantir um serviço público de qualidade.

No âmbito das Instituições Federais de Ensino, a categoria dos(as) Técnico(a)-Administrativos(as) em Educação conquistou um importante avanço com a sanção presidencial que instituiu o RSC (Reconhecimento de Saberes e Competências). A conquista representa um marco para a carreira, mas ainda há questões que precisam ser debatidas, regulamentadas e aperfeiçoadas para assegurar a efetiva implementação desse direito e o fortalecimento da categoria.