Trabalho informal no Brasil cresce. Desemprego também

Com a falta de emprego com carteira assinada, o trabalho informal no Brasil vem crescendo cada vez mais. Devido a informalidade, a renda do brasileiro caiu (7%, na média) para o menor nível histórico. Por conta disso, menos R$ 5,6 bilhões circularam na economia.

Pelos dados divulgados por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, o país teve 13,888 milhões de desempregados, a maior estimativa da série histórica iniciada em 2012. O número é 59% maior do que o registrado em 2015, último ano antes do impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Segundo a Pnad Contínua, o número de empregados com carteira assinada foi de 32,904 milhões, elevação de 2,6% na média anual. Mas a média de informais (11,246 milhões) aumentou 11,1%. Foi o mesmo percentual de expansão dos trabalhadores por conta própria (24,902 milhões). O total de trabalhadores no serviço domésticos cresceu 6,6%, para 5,2 milhões.