ASSUFBA promove debate sobre sindicalismo, democracia e os 80 anos da UFBA durante Congresso

Na tarde desta quinta-feira (09/07), a ASSUFBA Sindicato realizou a mesa “Sindicalismo, Universidade e Democracia: Um Olhar Crítico-Reflexivo Sobre o Momento Atual e os 80 anos da Universidade Federal da Bahia”, durante a 11ª edição do Congresso da UFBA.
A deputada federal Alice Portugal, que não pôde estar presente, enviou uma mensagem em vídeo aos(às) participantes. Destacou que as universidades públicas, gratuitas e de qualidade carregam a marca do sindicalismo e da luta incansável de toda a comunidade acadêmica em defesa da educação pública.
Ex-coordenador do DCE (Diretório Central dos Estudantes) da UFBA, Osny Guimarães, ressaltou que a luta dos sindicatos e dos movimentos estudantis é, acima de tudo, em prol da sociedade e reforçou a importância da manutenção de espaços de diálogo e troca de experiências como este.
O Coordenador Geral da ASSUFBA, Renato Jorge, abordou a histórica invisibilidade dos(as) Técnico(a)-Administrativos(as) em Educação e destacou que a categoria precisou conquistar direitos e reconhecimento por meio de muita organização e mobilização. Ele reafirmou a luta pela paridade nos processos democráticos das universidades.
Adelmo Andrade, Coordenador de Comunicação do Sindicato dos Bancários da Bahia, destacou que falar sobre sindicalismo é defender uma atuação voltada para toda a sociedade. Segundo ele, tanto o movimento sindical quanto a universidade são espaços crítico-reflexivos, de luta e resistência, e o futuro dos(as) trabalhadores(as) está diretamente ligado às disputas e decisões políticas.
O Coordenador da ASSUFBA, Antonio Bomfim, proponente e mediador da atividade, apresentou um panorama da greve da categoria, que já soma 140 dias, e destacou importantes conquistas alcançadas ao longo deste processo, entre elas a assinatura do RSC (Reconhecimento de Saberes e Competências).
A estudante de Museologia da UFBA, Sheila Pita, falou sobre a importância da preservação da memória e da patrimonialização das lutas, movimentos e mobilizações sociais. Organizou a reflexão a partir de três eixos centrais: o sindicalismo, como memória das lutas e das conquistas coletivas; a universidade, como espaço de produção, preservação e transmissão de memória; e a democracia, entendida como condição essencial para que diferentes memórias possam existir e ser reconhecidas.
PARTICIPE
SINDICATO É PRA LUTAR!



