No mês do Aleitamento Materno, governo federal destina R$ 40,6 milhões para bancos de leite

Agosto é um mês marcado por lutas e campanhas relevantes no Brasil. Além de debater o combate à violência contra a mulher e conscientizar sobre a esclerose múltipla, ele também foi instituído como o Mês do Aleitamento Materno, por meio da Lei nº 13.435/2017.
O termo “Agosto Dourado” tem inspiração no conceito da “Hora Dourada”, que simboliza a primeira hora de vida do bebê junto à mãe. Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), o contato pele a pele logo após o parto fortalece o vínculo entre mãe e bebê, estimula a produção de ocitocina, o hormônio essencial para a descida do leite e aumenta as chances de sucesso na amamentação.
Reconhecendo a importância desta campanha, o Ministério da Saúde anunciou, no dia 1º de agosto, um investimento de R$ 40,6 milhões para fortalecer os bancos de leite humano em todo o país. Os recursos serão destinados a 226 unidades da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (RBLH-BR), com cada unidade recebendo R$ 180 mil para ampliar e qualificar os serviços prestados.
A iniciativa prevê ações intersetoriais de conscientização sobre a importância da amamentação, que se tornou uma prioridade do governo federal. A recomendação do Ministério da Saúde é que o aleitamento materno seja mantido até os dois anos de idade ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses de vida. Quanto mais tempo o bebê for amamentado, melhores serão os benefícios para ele e para a mãe.
Um cuidado que vale ouro!



